PSICOPATA DEGOLA UM MENINO DE OITO ANOS EM GLÓRIA DE GOITÁ 

Esse caso aconteceu em 07/07/2015 em Pernambuco.


Um menino de oito anos foi brutalmente assassinado no distrito de Apoti, município de Glória de Goitá, Mata Norte de Pernambuco. A vítima identificada como, Gabriel Paulino dos Santos estava sozinho em casa quando foi surpreendido pelo assassino confesso, Adriano Batista dos Anjos, 20 anos, irmão do padrasto do garoto. Na última quinta-feira, o padrasto Heleno Batista dos Anjos, 25 anos, procurou a polícia para dizer que estava sendo ameaçado de morte pelo irmão. A polícia chegou a fazer buscas, mas não o localizou. Dois dias depois, Adriano foi até a casa do irmão e como não o encontrou matou o enteado com requintes de crueldade.

A vítima sofreu cortes de faca no rosto, pescoço e o abdômen. Segundo a polícia, a criança teve o intestino arrancado pelas mãos. Após o crime, o corpo foi jogado dentro da cisterna. De acordo com o delegado Ariosto Esteves, o corpo do garoto foi encontrado por vizinhos que viram sangue espalhado próximo à residência. “Eles também sabiam das desavenças entre os dois irmãos” contou o delegado. A mãe do menino fugiu quando viu o cunhado chegando e o marido dela já havia saído para chamar a polícia novamente.



Adriano Batista dos Anjos, 20 anos, foi detido por populares nas imediações da casa da vítima. A polícia que já estava a caminho trazendo o padrasto e a mãe da criança, efetuou a prisão em flagrante. Ele vai responder por homicídio quadruplamente qualificado e ocultação de cadáver. O acusado foi encaminhado  para o presídio de Vitória de Santo Antão.


O assassino confesso impressionou pela frieza. No depoimento ele contou que não se arrepende e ainda prometeu matar o irmão quando sair da prisão. “Confessei e confesso. Não me arrependo de nada. Fui eu quem fiz para me vingar do meu irmão. Ele queria me matar. Eu disse que antes de ele me matar eu mataria ele e outra pessoa. Matei o filho da mulher dele”, afirmou.

Adriano Batista havia saído da prisão há menos de um mês. Ele cumpria pena por roubo. Mas seu pai vendeu um sítio para conseguir recursos e pagou uma fiança no valor de R$ 8 mil pela sua liberdade, fato que o próprio Adriano diz que não deveria ter acontecido. “Ele vendeu o sítio de besta para me soltar.”

O padrasto disse à polícia não saber o porque de o irmão querer lhe matar. “Não sei o que ele tinha. Semana passada ele veio aqui em casa e derrubou a porta. Avisei à polícia e procuraram ele, mas não acharam. Ontem, quando a gente chegou em casa a criança já estava morta”, contou Heleno.




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